domingo, 17 de março de 2013

Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil

Olha, eu não sou a melhor pessoa para anunciar ovo que galinha não botou. Ontem recebi o pedido de falar um pouco deste novo lançamento da Yamaha Factor, e como não sou cabra que foge da raia, pensei comigo… O que falar de uma máquina que ainda nem vi. Pois bem, não tenho bola de cristal, mas acredito no trabalho sério de uma marca como a Yamaha. Pela proposta da moto, segue o que eu gostaria de ver sair de uma bola de cristal e virar realidade:
  • Uma moto versátil, que encare a cidade e pequenos trechos de estrada;
  • Confiável e de manutenção com preço acessível (parece que mexeram sabiamente neste quesito)
  • Todos as palavras “novo…blablabla” que você vai ler no release modificado daYamaha abaixo, realmente tragam valor ao piloto, e não só “novidade”.
  • Respeito no pós-venda, uma montadora não se faz de motos e sim demotociclistas satisfeitos.

Até aqui o Best Riders colocou seus “10 centavos de contribuição”, daqui para frente segue o que vocês vão ver repetido em muito lugar virtual (nem todo) na nossa querida Internet, graças a combinação de três teclinhas, a CTRL, a letra “C” e a consoante “V”, um sinônimo aqui uma pontuação ali. Tudo baseado no amado press release. Bem, queremos testar para mostrar a visão do outro lado do balcão aos nossos leitores. Vamos lá então…
Segundo a Yamaha….
STE 3861 610x406 Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil
Yamaha Factor E
Fotos: Divulgação

Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil

A Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chegou ao Brasil neste mês e já está disponível nas concessionárias da marca. A nova Yamaha Factor é uma street que reúne conforto, design e economia.
No design, a Yamaha Factor Segunda Geração 2014 traz formas arrojadas, novas cores sólidas e metálicas, um novo conjunto de tanque e tomada de ar mais robusto, esportivo e que proporciona melhor encaixe às pernas, para beneficiar a ergonomia do piloto. Para sair do padrão quadrado atual usado pela categoria, a nova Yamaha Factor tem uma traseira com desenho mais afiado. Os pára-lamas também estão mais modernos, escapamento completamente reformulado e painel digital com mostrador em branco bem mais moderno.
STE 3934 610x406 Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil
Yamaha Factor ED
A novidade da Yamaha vem nas versões K1, que é lançamento e versão de entrada, K, E e ED, todas com câmbio de cinco marchas e motor quatro tempos monocilíndrico SOHC, refrigerado a ar, de 124 cc, que desenvolve 10,2 cv a 7800 r.p.m. e entrega de 1.0 kgf.m a 6.000 r.p.m. de torque. A nova Yamaha Factor tem dimensões avantajadas mas tem o menor peso entre os modelos de até 150 cc. O quadro é do tipo Diamante, tem uma distância entre eixos de 1290 mm, raio mínimo de giro de 2100 mm, cáster, trial e suspensões pensados para uma boa ciclística e facilidade para manobras.
Além disso a Segunda Geração 2014 da Factor tem o exclusivo sistema antivibração da Yamaha e boa estabilidade nas curvas, devido ao chassi tubular de estrutura em formato diamante. Para eventuais quedas, a moto tem piscas traseiros com braço flexível, que garante um índice menor de quebra nestes casos. O farol da nova Yamaha Factor também sofreu modificações e agora é ligado assim que a ignição é acionada, assim como em outras motos de maior cilindrada da marca.
STE 4028 610x406 Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil
Yamaha Factor K
A Factor Segunda Geração 2014 tem um carburador com acionamento a vácuo e sensor TPS, sensor de posição do acelerador que auxilia no avanço preciso do sistema de ignição, permitindo economia sem perder a eficiência. A versão K1 é indicada para novos motociclistas e deve atrair este público com as vantagens que oferece, como baixo consumo de combustível e condições especiais para a compra. O preço sugerido é R$ 5.390,00 e pode ser financiado em até 72 vezes pelo Consórcio Nacional Yamaha, com parcelas mensais de R$ 104,55. Este modelo danova Yamaha Factor tem partida a pedal, freios a tambor e pedaleiras ficas ao chassi e está disponível nas cores preta e vermelha.
STE 3965 610x406 Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil
Yamaha Factor K1
versão K tem preço sugerido de R$ 5.690,00, tem partida a pedal, freios a tambor, suporte tubular das pedaleiras traseiras fixadas ao chassi e tem mais uma opção de cor além das pretas e vermelhas: o azul.  Já na versão E, a partida é elétrica e painel completo são os diferenciais. As cores disponíveis são preto, vermelho e azul, e preço sugerido de R$ 6.120,00. Na versão ED, mais completa, a partida é elétrica, o sistema de freios sofreu alteração para se oferecer respostas mais rápidas e precisas de frenagem, rodas de liga-leve e mais uma opção de cor do que as outras, a branca. Seu valor sugerido é de R$ 6.490,00.
Junto com a nova Yamaha Factor Segunda Geração 2014, a marca lança arevisão com preço fixo. A primeira, que acontece com mil kms, e a segunda, aos 3 mil kms, têm o custo de R$ 21,00. Já na terceira revisão, aos 6 mil, e na quarta, aos 9 mil, o valor será de R$ 116,00. Aos 12 mil kms, quando acontece a quinta revisão, o valor será de R$ 157,00. Nas últimas revisões até os 18 mil kms, o valor volta a ser de R$ 116,00.
STE 4009 610x406 Nova Yamaha Factor: Segunda Geração 2014 chega ao Brasil
Yamaha Factor E
Principais características da nova Yamaha Factor Segunda Geração 2014:
-Design: Esportivo, Contemporâneo
-Step Up de 124cc ou Produto para o inicio ao mundo das duas rodas
-Uso urbano: Trabalho e Lazer -Economia, Desempenho e Conforto
-Design inspirado nos produtos de alta cilindrada da Yamaha e de competições
-Desenvolvida especialmente para o mercado brasileiro
-Baixo consumo de combustível
-Pilotagem confortável
-Motor quatro tempos de 124cc, monocilíndrico, SOHC
-Potência: 10,2 cv a 7800 rpm
-Torque: 1,0kgf.m a 6000rpm
-Nova versão: K1
-Sistema exclusivo Antivibração Yamaha
-Novo sistema de freio
-Novo painel
-Novo design do conjunto do tanque
-Nova traseira
-Novo escapamento
-Disponibilidade de peças Y-TEQ
-Revisão com preço fixo

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Campanha Nacional ZOEIRA? TÔ FORA!

Campanha Nacional ZOEIRA?  TÔ FORA!

Dicas Para Alongamento Para Motociclistas:

É comum ver motociclista no farol se esticando todo, sentindo-se incomodado. Existem formas de evitar o desgaste do corpo e nunca é tarde para fazer alongamentos e exercícios físicos.
O primeiro passo é começar a fazer um alongamento básico, que seria da parte dos músculos das cervicais, do antebraço e do pé.

Para isso, não gastaremos mais do que cinco minutos. Um curto tempo que vai trazer um grande benefício para o corpo. Dá para fazer sozinho, se quiser até em cima da motocicleta, mas o ideal é fora dela.

Fique tranqüilo relaxe os músculos e comece tranqüilamente, sem forçar ou sair de seus limites.
Outra dica é para a garupa, que apesar de não participar diretamente da pilotagem, deve fazer um alongamento para evitar desconforto, já que passa o trajeto inteiro na mesma posição.

Siga as instruções abaixo e depois vá curtir a sua moto.

SEGURANÇA BÁSICA

SEGURANÇA BÁSICA
Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar. 2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite. Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam. 3. Concentração é fundamental. A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista. Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz “na dúvida, acelere”, só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool. 4. Pilote de forma defensiva. A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros. 5. Conheça as ameaças mais comuns. Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra. Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio). 6. Desenvolva o autocontrole. Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades. 7. Identifique as armadilhas do solo. Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel. Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem). 8. Viajar à noite, não. Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite. 9. Olhe para a frente. De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, “filmar” uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente. 10. Assaltos, um perigo a mais. Como se não bastassem todos esses cuidados e os “abusos” que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas. Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto. Pensamento positivo Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: “se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!” De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza. O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado.

Nossa Localização

Respeite a Área de Camping

Respeite a Área de Camping

,

,