quinta-feira, 14 de junho de 2012

Qual modelo comprar: Titan 150 ou Fan 150?


Antes de lidar com motos profissionalmente, eu tinha um tipo de visão a respeito dessas duas motos, porém na prática houve uma grande virada. As duas motocicletas me surpreenderam tanto na disposição quanto na mobilidade.
Embora elas tenham praticamente a mesma configuração de potência, torque, diâmetro x curso, etc, a Titan tem um motor mais disposto para subir ladeiras, mesmo sendo 1 kg mais pesada que a Fan. Ambas possuem bom desempenho na cidade grande, mobilidade por entre os carros e uma saída bem marcada, ou seja, engatou a primeira marcha e ela arranca fortemente.
 
Hoje, as duas possuem partida elétrica, luzes de sinalização lateral. Porém não têm pisca-alerta. A Fan é mais leve talvez por causa da suspensão traseira, pois é duplo amortecida. Já a Titan possui braço oscilante de mesma medida que a Fan (130 mm).
As duas chegaram com tanques completamente cheios aqui na redação e só foram ter um real gasto de combustível após várias idas e vindas ao centro de São Paulo. Portanto, tanto a Fan quanto a Titan possuem uma característica importante em qualquer veículo: ser econômica.
A retomada de velocidade durante um bom percurso em alta velocidade não é bem acentuada, quero dizer, você terá que reduzir bem a marcha no caso de uma frenagem brusca e recomeçar todo o processo de progressão de velocidade.
 
O painel de ambas as motocicletas é bem marcado. Todos os pontos necessários para uma boa pilotagem, sem preocupações, estão à mostra, desde o marcador de combustível, de velocidade, até o indicador de farol alto e “ponto morto”.
Embora eu procure evitar os buracos, ao passar por um achei o conjunto “suspensão/banco” bem macio e de vital importância. Essas duas motos foram feitas para qualquer um pilotar, portanto o banco é bem enquadrado e macio, afinal duas motos leves precisam do conforto da suspensão e do banco senão desmontariam no primeiro impacto.
 
 
Por serem leves é normal alcançarem uma boa velocidade em pouco tempo, mas os freios falham na hora “H”. Se o piloto confiar somente no dianteiro, já era. O uso dos dois freios é essencial para esses modelos, ou sua vida estará por um fio. Esse com certeza é um dos motivos para a grande quantidade de acidentes envolvendo esses modelos.
Tanto a Fan quanto a Titan não são difíceis de pilotar, mesmo em altas velocidades. O tamanho total e o peso de cada uma facilitam o deslocamento na cidade grande e, quem quiser arriscar, nas estradas. É só ir com calma.
 
 
Diz a lenda que a Titan é mais fácil de quebrar que a Fan. Porém, não as testamos durante alguns meses para crer nisso. As duas motos possuem as mesmas características tanto nas configurações quanto no desempenho, isso já expliquei no início. Portanto na hora de comprar vai de acordo com a necessidade do piloto. Se preferir uma moto com cores diferenciadas, com design moderno, compre a Titan. Já se você preferir algo mais simples tanto no design quanto nas cores, algo mais discreto, mas com as mesmas especificações e 1,1 mil reais mais barato, compre a Fan.
 
 
Abaixo está uma tabela mostrando as diferenças de cada uma:

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Campanha Nacional ZOEIRA? TÔ FORA!

Campanha Nacional ZOEIRA?  TÔ FORA!

Dicas Para Alongamento Para Motociclistas:

É comum ver motociclista no farol se esticando todo, sentindo-se incomodado. Existem formas de evitar o desgaste do corpo e nunca é tarde para fazer alongamentos e exercícios físicos.
O primeiro passo é começar a fazer um alongamento básico, que seria da parte dos músculos das cervicais, do antebraço e do pé.

Para isso, não gastaremos mais do que cinco minutos. Um curto tempo que vai trazer um grande benefício para o corpo. Dá para fazer sozinho, se quiser até em cima da motocicleta, mas o ideal é fora dela.

Fique tranqüilo relaxe os músculos e comece tranqüilamente, sem forçar ou sair de seus limites.
Outra dica é para a garupa, que apesar de não participar diretamente da pilotagem, deve fazer um alongamento para evitar desconforto, já que passa o trajeto inteiro na mesma posição.

Siga as instruções abaixo e depois vá curtir a sua moto.

SEGURANÇA BÁSICA

SEGURANÇA BÁSICA
Você já leu e ouviu isso muitas vezes, mas já parou para pensar no que significa? Andar equipado é mais do que usar corretamente o capacete. É ter proteção para os olhos, mãos, pés, tornozelos, joelhos e cotovelos. Na estrada e na cidade, pois a maioria dos acidentes acontece em áreas urbanas.Lembre-se que o clima quente não justifica negligências com a segurança. Para enfrentar o calor procure escolher o equipamento mais arejado que encontrar. 2. Farol aceso o tempo todo, seja dia ou noite. Lembre-se que, a 40 metros de distância, uma motocicleta pode sumir do campo visual do motorista até mesmo atrás do tercinho pendurado dentro do carro. Por isso, muitas vezes você está fora do foco dos motoristas. O farol da moto aceso ajuda a torná-lo mais visível. Roupas e capacete de cores claras também ajudam. 3. Concentração é fundamental. A moto é mais rápida e menos visível que os demais veículos. Só isso bastaria para exigir muita concentração. Mas tem outra questão. Ela combina pouca segurança passiva com boa segurança ativa. Trocando em miúdos, em geral a moto tem mais facilidade que um carro para livrar-se de situações difíceis (segurança ativa). Mas se o acidente acontecer (segurança passiva), o piloto estará menos protegido do que o motorista. Para que possa usufruir da segurança ativa, o piloto tem de estar atento o tempo todo. Só assim ele pode usar todos os recursos que a moto possui para evitar acidentes. Até aquele antigo ensinamento, que diz “na dúvida, acelere”, só vale se você estiver atento! Por isso, tudo que atrapalha a concentração constitui perigo para o motociclista, principalmente a pressa, o nervosismo, o cansaço e o álcool. 4. Pilote de forma defensiva. A atitude defensiva no trânsito significa dirigir por você e pelos outros, antecipar-se em relação aos erros alheios e demais riscos. Pense que, uma vez envolvido em um acidente, pouco adianta provar que a culpa foi de outra pessoa. Aí o piloto já estará dentro do gesso (na melhor das hipóteses). Então, aprenda a antever as imprudências e erros dos outros. 5. Conheça as ameaças mais comuns. Quando você anda de moto, está sujeito a situações de potencial risco típicas desse veículo. É preciso conhecê-los para saber evitá-los. Um dos principais são as freqüentes fechadas que sofremos no trânsito. Muitas vezes os motoristas não têm intenção de fazer isso, eles apenas não percebem a moto por perto. A atitude mais segura é ter sempre o pressuposto de que o motorista não está vendo sua moto. Mantenha margem de manobra. Não se esqueça de outros pequenos imprevistos que, para um motociclista, são uma ameaça. Um pedestre distraído, um cachorro atrapalhado, um pássaro em rota de colisão com a viseira ou fios/cordas atravessando seu caminho podem provocar acabar com o seu passeio. Necessário destacar que existe a praga das linhas de pipa. Uma linha perdida, deslizando sobre a pele, pode ser um susto embaraçoso. Se ela for revestida com cerol, pode ser fulminante. Corta como uma navalha voadora. No caso de cerol, não confie na proteção de materiais como couro ou náilon (aliás, já estão à venda no mercado hastes metálicas protetoras para instalação no guidão da moto, parecidas com antenas de rádio). 6. Desenvolva o autocontrole. Acelerar uma motocicleta pode ser tão gostoso e excitante a ponto de o prazer embotar a noção de prudência. Por isso, sem autocontrole você pode ser vítima de si mesmo. Adrenalina é legal, mas na hora e no lugar certos. De preferência, num circuito próprio para altas velocidades. 7. Identifique as armadilhas do solo. Em cima de duas rodas não tem jeito. Se você for traído pelo solo numa curva, é provável que vá comprar chão. Piso molhado, areia solta, buracos, costela de vaca e, principalmente, óleo na pista. Esses obstáculos podem estar onde você menos espera. Lembre-se que, na curva, o alcance da visão é pequeno. Também é nas curvas e rotatórias que ônibus e caminhões com tanques cheios derramam diesel. Produtos escorregadios também podem soltar-se da carga (coisas como grãos, leite ou frutas no chão significam perigo de derrapagem). 8. Viajar à noite, não. Pode ser que um dia tenhamos condições propícias para viagens noturnas. Por enquanto, não temos. Pra começar, a maioria das motos não tem iluminação eficiente, embora os fabricantes já comecem a corrigir esse problema em alguns modelos de última geração. Além disso, viseira de capacete não tem limpador. Imagine-se à noite, sob chuva, com a luz dos faróis refletida na viseira molhada. A lama que os caminhões jogam na viseira também atrapalha a visão. Mas o pior de tudo é que a maior parte das rodovias brasileiras é precária e mal sinalizada, não permitindo uma viagem segura durante a noite. 9. Olhe para a frente. De tão óbvia, tal recomendação seria cômica se o motivo não fosse trágico. Muita gente se espantaria se houvesse um sensor capaz de acusar quantas vezes desviamos os olhos enquanto pilotamos. Seja para ver um outdoor, identificar uma moto diferente que passa, observar um tumulto na esquina, “filmar” uma gatinha maravilhosa, admirar a paisagem ou para conversar com o garupa. Uma quantidade considerável de acidentes acontece naquele exato momento em que o piloto detém os olhos no retrovisor ou em algum ponto que não seja à sua frente. 10. Assaltos, um perigo a mais. Como se não bastassem todos esses cuidados e os “abusos” que sofremos no trânsito, agora temos mais um problema. Os assaltantes estão de olho em nossas motos, sejam elas pequenas ou grandes, nacionais ou importadas. Infelizmente, não há muito o que fazer. Reagir não é aconselhável. Acelerar para escapar é outro risco. Então, se estiver sozinho, evite locais onde os assaltantes tenham facilidade de atacar. Geralmente eles usam outra moto para abordar as vítimas. Fique atento sempre que alguma moto com dois ocupantes estiver se aproximando. Quando estacionar, procure escolher locais menos vulneráveis e use algum dispositivo anti-furto na moto. Pensamento positivo Depois de ler essas dicas, você poderá dizer: “se eu sair por aí só pensando em quedas e acidentes, vou acabar caindo mesmo!” De fato. Se você se concentrar no tombo, tem boa chance de cair. Aliás, acontece algo parecido sempre que o piloto quer se desviar de um buraco mas, em vez de olhar para o desvio, fixa os olhos no obstáculo. Vai passar sobre o buraco, com certeza. O segredo é simples: mentalize as reações corretas, pense sempre na conduta segura e não naquilo que você pode fazer de errado.

Nossa Localização